Meat Free Monday #6

A nossa última experiência vegetariana foi no campo dos hamburguéres, e na verdade esta é só a primeira de várias receitas que quero experimentar.

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A receita é do site do movimento Meat Free Mondays e não lhe fiz grandes alterações, a não ser retirar o tomilho (porque não tinha) e substituir as cebolas vermelhas por chalotas.

Estava com grandes expectativas em relação a esta receita porque gosto muito de beterraba e tinha as beterrabas da horta mesmo a jeito de serem usadas, mas acho que quando as fiz piquei-as demais e em vez de uma boa textura granulada acabei por ficar com uma pasta da qual começou a fugir o sumo da cenoura e da beterraba.

Como sabia que me ia ser difícil fazê-los num dia normal fiz a receita num fim de semana, moldei os hamburguéres e congelei-os. Mas fiquei sempre na duvida de se iam aguentar.

Quando chegou o dia foram congelados para a frigideira e aguentaram-se bem. Para acompanhar fiz grelos para mim e arroz de grelos para eles.

E quanto a opiniões?

Para variar um bocadinho o marido gostou – 1 voto a favor (devia valer por dois!).

A Mafalda gostou – 1 voto a favor

A Teresa comeu sem reclamar mas não muito convencida – 1 voto neutro

A Sofia comeu com alguma dificuldade – 1 voto contra

E eu? Eu acho que tenho de repetir porque acho que não estava num dia bom. Até porque fui a última a ir para a mesa e acabei por comer os hamburguéres pouco quentes, e não me souberam grande coisa. Mas no dia seguinte levei-os para o almoço e bem quentes até não souberam mal.

Mas é como te digo, tenho de repetir para ter a certeza do meu voto! Para já é um voto neutro.

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De qualquer forma, se gostas de beterraba vale a pena experimentar!

Shophie’s Universe #4

E assim chego ao fim da 4ª parte deste CAL.

Aqui nascem as primeiras flores do jardim da Sofia!

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Continuam os relevos, as mudanças de cor e os pormenores a cada ponto. E é por isto mesmo que é viciante de fazer!

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Tenho muito trabalho pela frente até chegar ao último ponto, mas esta manta parece-me ser daquelas que é para repetir, e repetir, só pelo gozo de a fazer.

E está a ficar bem melhor do que podia ter imaginado:

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E é tempo de começar a 5ª parte!

Porquê usar marcadores de pontos ou malhas?

Os marcadores de malhas são auxiliares preciosos tanto para quem faz crochet como para quem faz tricot, e podem ser simples ou verdadeiras obras de bijutaria, ao gosto de quem os usa.
Existem dois tipos de marcadores, e algumas derivações deles, mas o principio adjacente é sempre o mesmo:

Marcadores redondos ou de anel:

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Não se usam no crochet e são por isso exclusivos do tricot. Estes marcadores inserem-se na agulha de tricot entre duas malhas e são passados de agulha em agulha a acompanhar as malhas tricotadas. Podem ter vários diâmetros para servirem várias agulhas. Pessoalmente eu prefiro ter um marcador ajustado a cada tamanho, porque me atrapalha ter os marcadores mais largos nas agulhas mais finas, mas não é obrigatório. Podes optar por um tamanho grande que sirva para todas as tuas agulhas.

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Há um pequeno detalhe que deves ter em atenção nestes marcadores que é o de serem ou não removíveis no caso de ficarem “tricotados”. O que é isto de ficarem tricotados? Bem, as coisas nem sempre correm como deviam e às vezes a lã e o marcador enrolam-se e fica o marcador no meio de um ponto. Não é nada de especial mas obriga-te ou a desmanchares o trabalho para soltares o marcador, ou a sacrificares o marcador se este não tiver uma forma de abrir o anel para se soltar da lã, e ficas com o marcador inutilizado. Eu como sou distraída como tudo já tive de estragar uns 3 marcadores. Mas também sou um bocado preguiçosa para estar a desmanchar…

Marcadores de gancho, clip ou fechadura

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Estes marcadores podem ser usados tanto em projetos de crochet como em projetos de tricot. Podem ter várias formas que se assemelham a alfinetes de ama, espirais de metal que se prendem como clips de papeis ou outros peças com ganchos como os dos fechos das pulseiras.
Estes marcadores são presos diretamente no ponto ou malha que se quer marcar e podem ficar fixos ou podem ser mudados de posição à medida que o projeto vai avançando. O princípio é sempre o de ficarem presos na malha e serem depois removidos.

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E para que se usam os marcadores de pontos?

Os marcadores de pontos têm vários usos em vários projetos:

Marcar o Inicio e o Fim de uma carreira

Sobretudo quando se trabalha em redondo, quer seja em crochet quer seja em tricot, é fundamental marcar o início (e o fim) de cada carreira para podermos saber em que parte do projeto vamos.
Mas no crochet linear, ou em carreiras, é muito útil usar um marcador no primeiro ponto e um marcador no último ponto. Se fazes crochet com certeza que já te aconteceu um projeto começar a afunilar e a perder pontos à medida que o fazes. Isto acontece porque muitas vezes falhamos o primeiro e/ou o ultimo ponto, e se na primeira carreira em que isso acontece não se nota muito, ao fim de umas quantas carreiras o resultado é desastroso e bem evidente. Usar um marcador em cada um destes pontos ajuda-te a saber sempre onde começas e onde acabas e assim não perdes ponto nenhum.

Marcar repetições de padrões ou de cores

Os marcadores permitem-te marcar em que ponto começas cada cor, ou em que ponto um determinado padrão acaba para dar início à sua repetição. Isto permite-te seguir o projeto sem teres de estar permanentemente a olhar para as carreiras anteriores e a contar pontos. Podes segmentar o teu trabalho com vários marcadores e assim sabes sempre onde estás e o que tens de fazer a seguir. Poupa-te imenso tempo.

Marcar os aumentos e as diminuições

Especialmente em esquemas em que os aumentos ou as diminuições ocorrem sempre no mesmo alinhamento de malhas. Evita estares a contar malhas para a esquerda e malhas para a direita.

Pontos entrançados e outros pontos fantasia

Se estiveres a trabalhar num projeto com pontos mistos, os marcadores vão assinalar o local onde deves trabalhar que tipo de ponto, uma espécie de alerta!

Marcar carreiras

Eu sei que existem uns marcadores próprios para contar carreiras, mas comigo não funcionam grande coisa. Dá-me mais jeito usar os marcadores de gancho para marcar sequências de 10 ou 20 carreiras, e depois conto os marcadores, para não ter de contar tudo.
Também podes usar estes marcadores naqueles projetos que te mandam medir X cm a partir de um determinado ponto. Se marcares esse ponto com um marcador, fica mais fácil medires porque tens sempre o ponto de referência assinalado.

Amigurimis

Os amigurimis entram na categoria do crochet em redondo, mas é fundamental marcar sempre o inicio de cada carreira. Sobretudo porque queres um boneco minimamente simétrico, o que te obriga a fazeres as pernas, os braços, as orelhas e afins, com o mesmo número de carreiras!
Mas nos amigurimis, e noutras peças pequenas, talvez queiras optar por marcadores pequeninos ou com um fio de lã numa cor que contraste.
Numa boa parte dos amigurimis, as peças que vais trabalhar cabem-te na mão e não devem ter mais de uma ou duas dezenas de pontos. Um marcador grande pode atrapalhar o processo. Por outro lado, e porque são poucos pontos por carreira, podes ficar com a sensação que perdes demasiado tempo a mudar o marcador de lugar. Nos meus amigurimis, e enquanto eles são pequenos, o que uso mesmo é um fio de lã que contraste.

Isto para te dizer três coisas:

1) os marcadores de pontos são versáteis e consegues desenrascar uma solução económica nem que seja com restinhos de lã. Cumprem bem a sua função assim. Outras alternativas económicas são so vulgares clips de papel, os alfinetes de ama ou até mesmo uma palhinha cortada em segmentos (para o tricot).
2) Independentemente da forma que escolhes para os teus marcadores eles são essenciais para simplificar a tua experiência com o tricot e com o crochet, e em muitos casos permitem reduzir a frustração porque te ajudam a não perderes tantas vezes o norte.
3) Nunca se tem marcadores de pontos a mais, ou como diriam os nossos amigos: There’s no such thing as too much stitch markers!

Apetece-te uns marcadores de pontos bonitos? Espreita na loja!

Episódio 1 – Podcast Meias Marias

Hoje tenho para te apresentar o primeiro episódio do Podcast Meias Marias, onde falo um pouco dos meus primeiros passos na costura e do que precisas para começar também a costurar as tuas peças sem dramas nem medos.
Também te falo sobre aquela hora critica do dia que é a hora do jantar e da forma como cá por casa tentamos manter a coisa dentro dos limites da civilização.
E porque estás farta de ver os meus projectos acabados partilho contigo dois projectos que não há meio de verem a luz do dia, e a razão para isso!
Por último, e porque este primeiro episódio é um passo muito importante para mim, há um sorteio (giveaway) a que te podes habilitar! Mais informações no fim do artigo!

E sem mais demoras…

Regulamento do Sorteio:

O anfitrião deste Sorteio é o blog Meias Marias.
São consideradas entradas válidas para o sorteio, as entradas registadas via PromoSimple no formulário gerado pelo serviço, que cumpram simultâneamente os requisitos: comentar este artigo do blog com o prémio que gostarias de receber e subscrever o canal Meias Marias do youtube.

O sorteio está aberto a todas as pessoas maiores de 18 anos, independentemente da zona geográfica onde residem, desde que este tipo de sorteio aí seja permitido por lei.

O sorteio inicia-se com a publicação deste artigo e termina no dia 8 de Abril.

Não são necessárias compras ou pagamentos para entrar no sorteio.

A probabilidade de ganhar depende do número de participantes.

Prémios:

Cada vencedor poderá escolher 1 dos 4 prémios a sorteio. Os prémios não serão atribuídos por ordem de sorteio, o que significa que mais do que um vencedor pode escolher o mesmo prémio.
Os prémios a sorteio têm um valor comercial entre inferior a 15€.

S.O.S.Organizar – Cópia Digital

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Marcadores de malhas para tricot ou crochet (à escolha da Loja Etsy)

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Saco “on the go” para crochet ou tricot

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Caixa de costura

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Selecção dos vencedores:

Os vencedores serão escolhidos através da plataforma que gerou o sorteio (Promosimple), com base no número de entradas validadas na aplicação.
Os vencedores serão notificados por email, para o endereço que registaram no formulário do sorteio. De igual forma serão anunciados num artigo do blog.
Se os vencedores não responderem ao meu email no prazo de 48 horas, será sorteado um outro vencedor que terá direito ao prémio que indicou na sua entrada. Este vencedor será notificado da mesma forma e aplicam-se as mesmas regras caso não responda.

Entrega dos prémios:

Os prémios que correspondam a produtos digitais serão enviados por email, para o email submetido no formulário do sorteio.

Os prémios que correspondam a produtos físicos serão enviados por correio normal, via CTT, e podem demorar até 7 dias úteis (padrão de envio indicativo dos CTT). O blog Meias Marias, na minha pessoa, não poderá ser responsabilizado nem é responsável por quaisquer atrasos, perdas ou extravios dos prémios após entrega aos CTT.

Privacidade:

A tua informação é confidencial e está protegida. Os teus dados não serão distribuídos ou vendidos por mim. O teu email servirá apenas para seres contactada caso sejas a vencedora, ou para eu responder ao teu comentário.

Para os teus dados introduzidos nos formulários das plataforma Promo Simple aplicam-se as Politicas de Privacidade dessa entidade.

O blog Meias Marias, na minha pessoa, não pode ser responsabilizado nem é responsável por quaisquer problemas técnicos, erros, perdas ou atrasos nas submissões das entradas a concursos, ou por quaisquer outras circunstâncias que não sejam directamente controlados por mim.

O sorteio está vetado aos residentes em locais onde este tipo de sorteio é proibido por lei.

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E boa sorte!

E não te esqueças que estou à espera das tuas perguntas ou sugestões de temas para os próximos podcasts!

Carnaval 2017

Este foi o 3º ano que celebrámos o Carnaval com as tradições desta “nossa” vila. Incrível como o tempo passa! Parece-me que que foi ainda ontem que tomámos a decisão de fazer as malas e partir à aventura, e afinal já passaram 3 anos.

Aos poucos elas vão-se fazendo daqui, e é bom ser-se pertença de alguma coisa. Aqui e por agora há este espírito de comunidade e elas envolvem-se com muita garra e ficam ansiosas pelas coisas e vivem tudo isto com muita intensidade. E é isto que me faz ter a certeza que tomei a decisão certa há 4 anos atrás, porque foi também isto que eu procurei para lhes dar.

Já me habituei a ter de tirar férias para acompanhar todas as festividades, que convém não esquecer que são vezes 3, mas se me é permitido dizer o meu dia preferido é a quarta feira de cinzas. Quando tudo isto acaba porque continua a ser Carnaval a mais para mim. Talvez uma dia me apeteça mais.

E comove-me tanto o empenho desta comunidade escolar. O trabalho que têm, a organização do evento e a forma como não perdem de vista o sentido de comunidade, de o fazerem para pais, avós, tios, primos e para quem mais quiser ver, mas também para os alunos, e sobretudo para eles, para que se divirtam, para que tenham um dia diferente e especial, para que possam, todos eles, serem as crianças que não queremos nunca que cresçam demais. E brincar (sabendo brincar) é tão importante.

Por cá o Carnaval (na escola) tem dois desfiles: um desfile livre com uma máscara à escolha e um desfile organizado pelo agrupamento de escolas, com um tema a que todas as escolas têm de obedecer. Cada escola escolhe depois, dentro desse tema, a máscara que vai usar. Na escola das crescidas o desfile livre é à quinta feira. Na sexta feira desfilam todos no desfile organizado, e na segunda feira é o dia do desfile livre na escola na Sofia. Elas adoram a confusão!

As máscaras são quase sempre escolhidas por elas e este ano não tive de fazer nem um ponto (que alívio!).

Para o desfile livre a Mafalda queria ir mascarada de Bela (Bela e o Monstro) com um vestido monumental, sapatos de salto e cabeleira a condizer. Mas como o desfile livre era depois de um dia de escola e era suposto irem mascarados logo de casa, eu achei que ela não ia aguentar o vestido no corpo o dia todo. Encontrei uma máscara de Cruella Devill quando estava à procura das máscaras das pequenas e achei que era a cara dela. Ela adorou e ficou um espectáculo! O desfile organizado tinha o tema das personagens das animações e a escola dela decidiu vesti-los a todos de irmãos Metralha e os professores foram de policias.

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A Teresa decidiu-se logo por uma máscara da Everest da Patrulha Pata e como já é uma crescida e anda na escola com a Mafalda, foi também vestida de irmão Metralha no desfile organizado.

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Já a escola da Sofia surpreendeu! As personagens que escolheram foram os Flinstones e as meninas foram vestidas de Wilma e Betty e os meninos  Fred e Barney. Havia um carro igual ao do Fred onde puseram os bebés da escola também trajados a rigor! O desfile livre da Sofia foi na segunda feira e princesa como ela é, quis ir vestida de Branca de Neve!

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As manas mais velhas também foram ao desfile da Sofia e aproveitaram para desfilar outras máscaras: a tal Bela com o seu portentoso vestido e a princesa Elsa!

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 E depois de tanto Carnaval sinto que posso finalmente recostar-me e descansar. Parece-me que é aqui que a minha corrida louca de Setembro acaba. Ou talvez não 🙂

E o teu Carnaval, é de folia ou de tortura?

Girafa de Crochet

Em 2015 fiz a primeira girafa de crochet. Era para ser oferecida juntamente com a manta que fiz para um primo que nasceu em Abril desse ano mas… a Teresa apanhou-a e não a largou mais. De tal forma que desisti de a fazer desistir da ideia e comecei outra… Que só acabei no final do ano passado, mesmo a tempo de ser oferecida no natal a esse mesmo primo! Podia ser pior mas consegui acabar antes dele fazer 18 anos! É uma vitória!

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Chamámos-lhe Manu, e embora tenha sido feita a partir do mesmo esquema, ficou bastante diferente da Maria, a primeira.

A magia de fazer bonecos é esta, cada um nasce com a sua própria personalidade! E a girafa Manu nasceu mais comprida de pernas e pescoço, e é um bocadinho pitosga, por isso tem uns olhos pequeninos 🙂 Mas é um amor!

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 Também lhe tirei duas cores e deixei-a só com as cores que usei na manta.

O esquema que usei é este e é muito simples de fazer.

E ao vê-las juntinhas dá vontade de fazer mais umas quantas!

Meat Free Monday #5

E quase sem darmos por isso já conseguimos fazer 5 refeições sem carne, sem peixe!

A proposta de hoje é um arroz com legumes. É fácil de fazer e muito rápido (é quase batota!), o que é meio caminho andado para o sucesso.

Desta vez aproveitei para testar a reação delas à abóbora mas, pelo sim pelo não, juntei também cenoura. Há quem defenda que não se deve juntar as duas na mesma refeição (ou na sopa), e normalmente eu não junto. Mas como queria ver se elas aceitavam bem o sabor, acabei por misturar alguma cenoura, não fosse o diabo tecê-las.

Este arroz leva couve flor mas nem se nota que ela lá está, o que é uma óptima forma de esconder mais um legume, especialmente quando é um legume com pouca aceitação. E a verdade é que ninguém deu por ela, mas comeram com muita satisfação.

Arroz de abóbora e grão

Arroz de abóbora e grão

Ingredients

  • - Arroz agulha (em função do nº de pessoas)
  • - 1/4 couve flor picada
  • - 1/4 couve lombarda cortado em tiras
  • - 1 lata grande de grão
  • - 1/2 abóbora butternut cortada em cubos (ou 2 cenouras grandes)
  • - 1 cebola grande picada
  • - 3 colheres de sopa de azeite
  • - 1 copo de vinho branco
  • - água q.b. cozer o arroz
  • - sal

Instructions

  1. Refogar a cebola no azeite e quando estiver translucida juntar a couve flor, o lombardo e as cenouras.
  2. Deixar suar 3 minutos e juntar o vinho. Deixar ferver 3 minutos.
  3. Juntar a abóbora, a água e temperar com sal.
  4. Quando ferver juntar o arroz e deixar cozer. Quando estiver quase pronto juntar o grão e envolver.
http://meiasmarias.com/pt/receitas/meat-free-monday-5/

Para meu grande espanto elas comeram a abóbora sem estranhar nada. Mas a verdade é que a abóbora butternut tem um sabor muito suave e é bastante agradável de comer assim (sem ser em sopa!).

As mais crescidas comeram bastante bem, embora a Teresa desista de comer os grãos a meio da refeição – 2 votos a favor.

Eu adorei! E ainda me fascina a sensação de ficar satisfeita sem me sentir pesada!  1 voto a favor

O pai da casa comeu bem e sem grandes hesitações! 1 voto a favor

A Sofia comeu bem, mas tive de fazer um puré com o grão e com a abóbora e envolver no arroz (estava malandrinho por isso envolveu bem o puré), mas em compensação comeu o lombardo sem reclamações – 1 voto a favor

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Ao fim de 5 refeições testadas parece-se que só os legumes gratinados tiveram uma fraca aceitação na maioria das crianças, por isso fica em suspenso e volto a tentar lá mais para Setembro. As outras vão integrar as nossas ementas mensais, o que significa que, há medida que vai havendo mais repetições de receitas há menos artigos no blog sobre receitas novas.

Este foi o mês de arranque e correu muito melhor do que podia esperar. Vou continuar a experimentar novas receitas mas não há razão para não repetir as que correram tão bem, verdade?

Sophie’s Universe #3

A segunda parte também já está ☺ E com uma aprendizagem de valor: o ponto de caranguejo ou ponto baixo invertido. Um dos meus preferidos de sempre. Adoro o resultado e a forma como remata uma carreira de forma tão simples.

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Esta segunda parte é cheia de texturas, de pontos trabalhados pela frente e de pipocas.

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As mudanças de cor tornam o processo mais entusiasmante e estou sempre deserta de terminar uma carreira para ver como fica a carreira seguinte ☺

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Venha a 3ª parte!

Meat Free Monday #4

Desta vez experimentamos “Ratatouille”, que é uma forma bonita de dizer um estufadinho de legumes! Acompanhado de arroz branco e com um ovo escalfado. Perfeito para dias de inverno: é quente e aconchega bem.

A receita é fácil de fazer, os legumes podem ser a gosto, e no que respeita ao tempo que demora, satisfaz o critério de não ser demasiado demorado e de não precisar de demasiada atenção, embora não saia do tacho em 15 minutos.

Esta receita faz uma boa quantidade de Ratatouille, o que te permite fazer duas refeições distintas. Podes usar o que sobrar como acompanhamento de outro prato ou comê-lo a acompanhar uma polenta, é delicioso!

Ratatouille com ovo escalfado

Ratatouille com ovo escalfado

Ingredients

  • - 2 cebolas médias picadas
  • - 2 dentes de alho picado
  • - 1 folha de louro
  • - 1 lata pequena de tomate pelado
  • - 3 colheres de sopa de polpa de tomate
  • - 2 batatas doces
  • - 1 beringela
  • - 1 lata grande de feijão (eu usei feijão encarnado)
  • - 1 lata de cogumelos (podem ser frescos)
  • - 2 chávenas de feijão redondo congelado
  • - 2 cenouras grandes
  • - 3 colheres de sopa de azeite
  • - 1 ovo para cada pessoa
  • - sal, pimenta e oregãos a gosto

Instructions

  1. Refogar as cebolas e o alho no azeite com a folha de louro, 5 a 7 minutos.
  2. Juntar as cenouras e as batatas cortadas em cubos e deixar suar 3 minutos.
  3. Juntar o tomate pelado partido em cubos e a polpa de tomate e deixar ferver 2 minutos.
  4. Juntar os feijões verdes congelados e a beringela e adicionar água até cobrir os legumes. Temperar com sal e pimenta.
  5. Quando as batatas estiverem quase cozidas juntar os cogumelos e os feijões.
  6. Temperar a gosto com oregãos.
  7. Escalfar os ovos no caldo (ou em água) e servir com arroz.
http://meiasmarias.com/pt/receitas/meat-free-monday-4/

Eu escalfei os ovos num tacho à parte, porque como ia sobrar preferi ficar com o caldo “livre” de restos de ovo. Mas podes perfeitamente escalfar os ovos directamente no tacho do ratatouille.

Eu gostei imenso. É uma espécie de comida de conforto: aquece e aconchega, sem ser pesada – 1 voto a favor

As miúdas maiores gostaram imenso dos ovos e da batata doce estufada. Os feijões verdes nem tanto mas não o suficiente para rejeitarem o prato por completo. Comeram bastante bem – 2 votos a favor

Para o pai da casa o ovo e os feijões fizeram-no esquecer que não havia nem carne nem peixe – 1 voto a favor

Já a Sofia… apesar do arroz a coisa custou a descer, mas mais por birra do que por outra coisa. Foi um dia em que ela veio muito cansada da escola e estava mais birrenta que o normal. Por isso pôs defeitos no ovo, nas cenouras, nos feijões, nos cogumelos… é 1 voto contra.

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Mas em termos globais é para repetir.

Manta de Apego em Crochet

Sabes que adoro crochet mas a verdade é que nem sempre gosto de coisas feitas em crochet. As mantas de apego são um bom exemplo disso, uma boa parte delas parecem saídas das mãos de uma tia avó e simplesmente não faz o meu estilo.

Até ao dia em que tropecei num esquema, que está simplificado aqui mas que não é a versão “original” e me apaixonei 🙂

O que esta tem de diferente é ser trabalhada em estrela e permitir um remate sóbrio, e um equilíbrio das cores que permite obter um visual tradicional mas ainda assim moderno.

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Se calhar é por isso que já fiz 3 diferentes, e parece-me que é coisa para fazer mais vezes.

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Também é um projecto versátil porque permite usar uma cabeça de um boneco amigurimi, é só escolher que animal se quer utilizar.

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Esta foi um presente de natal para uma bebé da família e apeteceu-me uma ovelha, porque todos os bebés têm de ter uma ovelha fofinha e meiga.

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 E ainda tem mais um ponto a favor que é o ser um projecto muito fácil e rápido de fazer, o que o torna uma prenda perfeita que se faz, à vontade, num fim de semana.

Apetece agarrar, não apetece?