Prendas de Natal Feitas em Casa

És fã de prendas de Natal feitas em casa?

As prendas de Natal feitas em casa têm várias vantagens:

1. Gastas menos dinheiro

Se fizeres um bom planeamento consegues ter um custo por cabeça muito inferior ao que terias se fosses de loja em loja à procura de um presente para cada pessoa. Se organizares as prendas em “cabazes” consegues fazer prendas por casal e matas dois coelhos de uma só cajadada.

2. Ofereces coisas úteis e com significado

A generalidade das pessoas tem orçamentos muito limitados e corações muito grandes, o que significa que se tem muito pouco dinheiro para gastar e muita gente a quem se quer oferecer um presente. Mesmo que fixes um limite de 5 a 10€ por pessoa, a quantidade de coisas giras, originais e úteis que vais encontrar nesta gama de preços é muito baixa, o que pode ser frustrante para ti. Ao fazeres pequenas lembranças podes escolher coisas úteis e, porque foram feitas por ti, são também especiais! Mesmo que seja uma pega de cozinha ou um conjunto de bases para copos 🙂

3. Estás a ser amiga do ambiente

A boa generalidade das cangalhadas que são oferecidas nesta altura são tão inúteis que acabam no lixo ainda antes do ano novo. Nesta altura do ano há muita pressão para as pessoas comprarem coisas, mas há pouco dinheiro e as pessoas acabam por comprar aquilo que podem. O que na maioria das vezes não tem qualquer utilidade para quem a recebe. Conheces alguém que resista a bolachas? Eu não! Mesmo que em vez de bolachas doces te aventures numa receita de bolachas salgadas tens garantia de sucesso! E é tão mais amigo do ambiente!

4 – Estás a ser tua amiga

É claro que fazer as prendas de Natal em casa implica fazê-las. E isso dá trabalho. Mas não dá mais trabalho do que passar tardes no centro comercial, a entrar de loja em loja, à procura do presente ideal, que seja simultaneamente perfeito para a pessoa a quem o vais dar e compatível com o teu orçamento! As prendas de Natal são feitas no conforto da tua casa e até podes estar de pijama! E para além de acabarem com a frustração e o stress das compras de natal, também te permitem chegar ao fim das festividades acima da linha vermelha no que respeita ao teu orçamento! Portanto sem stress, sem frustração, sem falires e de pijama! Não podia ser melhor, pois não?!

Podia, claro que podia. Podia ser melhor se esta tua amiga fizesse parte do trabalho por ti!

Com tantos anos de prendas de natal em cima bem que podia orientar-te algumas sugestões, ideias e quem sabe tirar algumas receitas do meu livro secreto… Podia, não podia?

É claro que podia. Podia e posso muito bem fazer isso por ti! Apresento-te o meu livro digital “Da Cozinha ao Coração”! Tchanan!

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Neste meu livro vais encontrar receitas, dicas e ideias para fazer prendas rápidas, fáceis e económicas, e o melhor de tudo é que não precisas de ser um MasterChef para as fazer na perfeição!

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São 49 páginas de pura inspiração para um Natal menos stressante e com mais significado. E com receitas testadas por mim e aprovadas por quem as tem recebido ao longo destes anos. Na verdade comecei a desenvolver este livro em 2012, a escolher e a testar as receitas e a ver qual a receptividade que tinham. Hoje trago-te as melhores das melhores!

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E tudo fácil de fazer, sem grandes preparações nem tempos de espera, com as melhores dicas para embalar e guardar e tudo sem te levar à falência!

O livro está disponível em exclusivo na loja Etsy e, como já vem sendo hábito, foi enviado um cupão de desconto para as minhas fiéis seguidoras, via Newsletter.

E porque as impressões também são caras e pouco amigas do ambiente, o livro vem em dois formatos:

  • para VER – no computador, no tablet ou no telefone, com muitas ilustrações e cheio de espírito Natalicio!
  • para IMPRIMIR – com o mesmo conteúdo mas com menos ilustrações! De qualquer forma pensa duas vezes antes de imprimir! O ficheiro é teu para sempre e podes consultá-lo tantas vezes quantas forem precisas!

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Vamos lá cozinhar este Natal?

Vamos lá!

 

4

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Faz hoje 4 anos que renasci. Faz hoje 4 anos que nasceste. Não há coincidência. Nasceste tão grande como a missão que trazias e assim que te puseram no meu peito foi isso mesmo que vi, a tua grandeza.

Não sei se te sei explicar mas trouxeste contigo o que me faltava. Devias ter trazido o caos e a confusão à nossa casa mas fizeste o oposto. És a cola que nos une. Por isso te digo, é grande essa tua tarefa.

E contigo sou uma outra mãe, nisso tens mais sorte que as tuas irmãs. Embora sejas sempre original na forma como vives as tuas etapas e superas os teus desafios, és a terceira, o que faz com que já saibamos dar valor ao que tem valor, e deixar ir o que sabemos que é passageiro.

És divertida! Quem havia de dizer que aos 4 já sabes usar o humor, fazer piadas e brincar com as situações! Tenho para mim que farás tanto ou melhor uso do sarcasmo que a tua mãezinha… Mas a verdade é que não tens a quem sair sisuda.

Amuas com facilidade e és a única que é capaz de me virar as costas numa birra, enfiar a cabeça numa almofada e ignorar que eu estou ali. Às vezes fazes mesmo de conta que não me vês nem me ouves e nem me respondes. O que mostra bem esse teu temperamento de leoa. É claro que me zango.

Quando as coisas te correm bem és um doce de criança. Meiga como só tu sabes ser. Tens um abraço forte e um beijo doce e eu não prescindo de nenhum.

Gostas das tuas irmãs e, como seria de esperar, não gostas de estar longe delas. Quando calha estarem separadas pareces uma flor a definhar lentamente. Dói só de ver.
E zangas-te com elas, não aceitas que te obriguem a fazer o que não queres e, quando chegam a extremos não tens qualquer medo de levantar a mão e resolver a disputa. Contigo não fazem farinha, o que é bom!

Cantas e danças como se não estivesse ninguém a ver e este ano começaste a ter aulas de ballet. Surpreendentemente (para mim) o ballet é natural em ti e não há quem não repare no jeito como dobras as pontas do pé ou a forma como manténs as costas bem direitas enquanto caminhas em bicos de pés. E claro, ficas adorável de cor de rosa.

Continuas a ser o maior pesadelo das nossas gatas mas não porque sejas má para elas. É precisamente ao contrário! O teu amor sufoca-as, literalmente!

Comes um pouco de tudo e és gulosa que baste. Aqui nunca tivemos grandes preocupações.

Acompanhas bem as brincadeiras das tuas irmãs, quer seja a escola da Mafalda que já te ensinou tanta coisa, ou as infinitas cidades, vilas e histórias da Teresa e dos seus legos e Playmobil.

Vês pouca televisão, e tirando a Patrulha Pata, pouco coisa te prende lá. Mas por outro lado se o youtube foi inventado para alguém, esse alguém és tu. Canções infantis, pessoas a fazer plasticinas, videos de pessoas a abrir ovos de surpresas e outras coisas igualmente improváveis, são a tua perdição. Melhor que pipocas!

Também gostas da bicicleta e montas o circo com os teus patins, porque te deixas cair de propósito e isso te faz rir, mas só porque a tua queda está bem segura nas nossas mãos. Se caísses a sério já não achavas tanta graça!

És uma criança feliz e cheia de vida e é assim mesmo que deve ser.

Este é para mim (e para ti) um ano de viragem porque estes são os últimos meses que te vou ter assim pequenina… A caminho dos 5 vais deixando para trás esta Sofia para deixares vir uma outra Sofia, e mesmo com toda a saudade que já tenho quero que saibas que estou aqui, de braços e coração aberto para te aprender, conhecer e amar até depois do meu corpo morrer.

Parabéns Pessoa Pequenina.

Episódio 4

E cá está o 4º episódio! Hoje há um bocadinho de tudo com direito a obsessões e ideias tristes para além de um trabalho acabado que vale por dois, um trabalho que já estava na hora de sair das agulhas e claro, o KAL do momento!

Já sabes que conto contigo nos comentários!

Sophie’s Universe #6

A jornada ainda nem vai a meio e a manta já começa a parecer uma manta!

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Nesta parte nascem mais umas flores no jardim da Sofia, e há um trabalho de pontos em relevo que faz uma espécie de abóbadas por cima de cada flor.

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Já se vê que os cantos estão a perder a forma!

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Esta manta faz bem valer o trabalho de cada ponto!

Manta em Crochet para Bébe

Grande parte do meu tempo livre dos últimos meses de 2016 foi gasto a terminar esta manta.

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Comecei antes de ir de férias e só terminei a tempo de a embrulhar e oferecer no Natal. Não foi muito mau tendo em conta que a sobrinha nasceu em Novembro!

Já a antecipar que talvez não conseguisse ter a manta pronta a tempo, escolhi fazê-la num tamanho de cama de grades, e não no tradicional tamanho de enrolar bebés.

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 A escolha do modelo teve alguns requisitos: ser uma manta inteira e nada de granny squares ou dezenas de partes para coser. Não é que não goste, porque adoro, mas a verdade é que no pouco tempo que tenho fazer as partes não me custa nada, mas cosê-las a todas é um 31 desgraçado… E o outro requisito era ser diferente, nada de chevrons, granny stripes ou afins, mas não ser demasiado “antiga”.

Acabei por fazer este modelo da publicação A Year of baby Afghans da Leisure Arts:

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Gostei muito da manta e da textura embora estivesse fora de questão para mim escolher estas cores! Uma outra coisa que gosto muito neste modelo é que é trabalhado com pontos baixos e meios pontos altos por isso fica um tecido fechado com muita textura sem aquele ar desleixado dos pontos altos. Por outro lado os pontos pegados à frente e atrás dão imenso relevo, o que torna o modelo interessante de fazer.

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Quanto às lãs continuo a preferir os acrílicos para mantas, em especial mantas de bebé. Assim sei que a mãe pode lavar a manta à vontade e sem grandes preocupações que vai ficar sempre tudo em condições.

Para esta manta resolvi experimentar uma lã nova: a Stylecraft Special DK, de origem britânica. É muito em conta, tem imensas cores e é muito macia e fácil de trabalhar. Gostei muito e ficou na lista das minhas preferidas para trabalhos semelhantes.

No fim da manta ainda tinha alguma lã e como não tenho muita vontade de continuar a acumular sobras de lãs, resolvi fazer uma manta de apego para acompanhar a manta (e gastar a lã que sobrou!).

E esta foi mesmo a primeira manta de apego que fiz e o conjunto ficou delicioso!

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O modelo de base é este embora tenha feito algumas alterações. É um modelo muito fácil e rápido de fazer e fica perfeito!

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As miúdas adoraram e chamamos-lhe Alice 🙂

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E foi uma grande empreitada de fazer, mas que produziu resultados muito satisfatórios! E a Alice ficou um mimo!

Sophies’s Universe #5

Já enche o colo e continua a ser um prazer de fazer. É também uma enorme escola, porque desafia aquelas regras que de alguma forma assumimos, sem que nos tenham propriamente ensinado. Quero com isto dizer que quando aprendemos crochet, aprendemos que é trabalhado em carreiras. O que pressupõe de alguma forma que quando terminamos uma carreira ela está mesmo terminada.

Mas nesta manta não, há carreiras que se terminam 3 carreiras depois, com pontos que descem e vão apanhar os que ficaram para trás. Não é nada difícil, antes pelo contrário, mas acrescenta aquela excitação do desafio!

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Esta parte tem uma barra de pequenas flores feitas de pontos pipoca. As flores são depois “emolduradas” numa carreira de pontos em cor contrastante e encimadas por uma concha. É este nível de detalhe que me fascina pelo valor que acrescenta à manta. E é tão fácil! Eu sei que não parece mas é.

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Esta é também a parte em que se começa a fazer rodar os cantos. O quadrado que completei na 4ª parte vai agora ficar dentro de um outro quadrado, mas com as arestas trocadas.

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E depois há sempre aquela curiosidade de ir fazendo para ver o que vem a seguir!

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Mais uma parte concluída, mais um envelope para abrir!

Episódio 3 – Podcast Meias Marias

E não é que já são 3?!

Hoje é o dia de anunciar os vencedores do sorteio do 1º podcast e o anúncio é feito por alguém muito especial!

Falo-te da minha história com o crochet e de bonecos e amigurimis e de como fazê-los.

Mostro-te o que terminei desde o último podcast e o que tenho em mãos. E só porque sim, conto-te tudo sobre um CAL que decidi fazer.

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E já sabes que se quiseres fazer alguma pergunta, sugerir que fale sobre algum tema em concreto, ou simplesmente dizer olá, podes sempre fazê-lo, comentando este artigo, por mail ou por mensagem via facebook ou instagram.

Meat Free Monday #7

Mais uma aventura na “descarnificação” da nossa alimentação. A proposta de hoje é bem ao meu estilo, e ao das miúdas também, a verdadeira comida de conforto com dois parceiros de crime perfeitos: a massa e o queijo! E muitos legumes bem escondidos!

É fácil de fazer, dá para fazer na bimby ou no tacho, e é de sucesso garantido. E para mim tem uma grande vantagem que é a de levar couve flor escondida e tão bem disfarçada que não só é bem aceite, como também é ela que dá toda a magia a este prato. E a couve flor é um legume que por cá nem todos gostam, mas assim escondido marcha que é uma alegria. O mesmo se aplica aos brócolos, mas cá em casa são menos esquisitos com os brócolos do que com a couve flor!

Meat Free Monday #7

Meat Free Monday #7

Ingredients

  • - Para +/- 6 pessoas:
  • - 1 cebola grande
  • - 2 dentes de alho
  • - 40 gramas de azeite
  • - 2 cenouras
  • - 250 gramas de brócolos
  • - 250 gramas de couve flor
  • - 80 gramas de massa grossa por pessoa (macarrão, penne, laços, etc.)
  • - 1 pacote de 500ml de molho bechamél ou 50 gramas de farinha + 35 gramas de margarina + 5 500 ml de leite
  • - 1 pacote de natas (ou natas de soja)
  • - 1 pacote de mistura de três queijos (200/250gr) ou
  • - 250 gramas de queijo emental, cheddar e mozzarela ralado na hora
  • - pão ralado (opcional)
  • - sal, pimenta e noz moscada q.b

Instructions

  1. Põe a massa a coser com bastante água temperada de sal. Retira do lume e escorre 2 minutos antes do tempo de cosedura. Guarda a água.
  2. Pica os legumes bem fininhos mas sem ficarem em pasta.
  3. Refoga a cebola e os alhos no azeite durante 5 minutos.
  4. Junta a cenoura e a couve flor ao refogado e deixa refogar mais 7 minutos.
  5. Junta 1 concha da água de coser a massa e deixa ferver mais 2 minutos.
  6. Junta os brócolos e deixa ferver mais 5 minutos
  7. Se estiveres a fazer na bimby: Num pirex junta os legumes à massa e sem lavar o copo junta os ingredientes para fazer o molho bechamél. Depois de pronto junta-lhe as natas e o queijo e deixa cozinhar mais 2 minutos. Junta depois o molho às massas.
  8. Se estiveres no tacho: Adiciona aos legumes o molho bechámel (de compra ou feito à parte), as natas e o queijo e deixa ferver. Junta as massas e põe num pirex.
  9. Polvilha com o pão ralado (opcional). Leva ao forno a 180ºC para alourar e acabar de cozinhar a massa. (+- 20 minutos dependendo do forno)
http://meiasmarias.com/pt/receitas/meat-free-monday-7-2/

Esta receita é uma daquelas que podes deixar preparada no fim de semana e deixas o pirex tapado no frigorífico pronto a ir ao forno. No dia é só meter no forno e servir. Também dá para congelar antes de ir ao forno mas o resultado vai ser um pouco mais seco.

E em termos de sucesso da receita?

TODA A GENTE GOSTOU! É receita para bingo!

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Esta vai ser uma receita para repetir muita vezes! E com tanta fã de massa cá em casa está-se mesmo a ver que vai ser um disco muito pedido!

E tu? Vais experimentar?

Bordar uma camisola de malha

Já te falei desta camisola no podcast. É uma camisola que eu tricotei para a Mafalda e que me serviu para aprender várias técnicas que queria explorar, nomeadamente:

  • Tricotar em redondo: down-up em raglan, para não ter de fazer costuras nenhumas
  • Bordar a camisola depois de feita, por cima das malhas em bordado tipo mexicano

O modelo que eu escolhi foi um modelo da Drops – Garnstudio, que é o modelo 89-5:

Na escolha do modelo o que eu procurei foi uma construção que se assemelhasse ao que eu queria fazer, e este modelo, se esqueceres as riscas e o Granny Square do meio, tem exactamente a construção que eu queria.

Na lã, a minha escolha foi para a lã Sirday Hayfield Bonus Aran with wool na cor petróleo. Esta lã é 80% acrílico e 20% lã e trabalha-se muito bem e é macia. Faz um ponto com muita definição e com muito boa leitura. E é uma escolha bastante económica, embora pudesse ter optado por um fio mais nobre. Soubesse eu que ia chegar ao fim da camisola e que o resultado depois de bordado era este, e tinha mesmo feito a camisola noutro fio!

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O resultado teve a aprovação de toda a gente! O que deu direito a mais pedidos para fazer mais coisas. Um dei hei-de fazer qualquer coisa para mim!

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Bordar uma camisola de malha

Então e como é que eu bordei a camisola?

Para começar, e depois de escolhido o motivo e as cores, desenhei o motivo numa folha de papel vegetal, à escala do que eu queria e já como se fosse para aplicar.

Prendi este papel com alfinetes à camisola (muitos alfinetes) mas podes optar por alinhavar, se isso te der mais segurança.

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De seguida, e antes de iniciar qualquer motivo, “desenhei” os motivos na camisola usando pequenos pespontos que fiz por cima do papel e usei estes pespontos como referencia para bordar os desenhos. Tal como podes ver na fotografia de baixo, na parte das flores. Depois dos pespontos feitos rasga o papel com jeito para não deformares as malhas e começas a bordar.

Como as malhas são largas o bordado não fica tão perfeito como se estivesses a bordar em linho ou algodão, por isso, depois dos motivos bordados, contornei todos os motivos com ponto atrás para obrigar as malhas a ficarem juntas e a fecharem o motivo. São estes pontos que vês à volta do passarinho.

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As lãs que usei para bordar foram restos de lãs, grande parte delas acrílicos da brancal. Como vês, nada de mais.

Acho que a técnica correu bem e funcionou muito bem. A única coisa que fazia diferente era usar papel de seda em vez de papel vegetal. Porque o papel de ceda é mais macio torna-se mais fácil de o rasgar sem deformar as malhas, e não se perde tanto tempo. E como é papel na mesma dá para desenhar à vontade. Mas como o que eu tinha à mão era papel vegetal, foi mesmo com este que avancei!

E gostei muito. É para repetir!

Pronta para experimentar?