Sophies’s Universe #5

Já enche o colo e continua a ser um prazer de fazer. É também uma enorme escola, porque desafia aquelas regras que de alguma forma assumimos, sem que nos tenham propriamente ensinado. Quero com isto dizer que quando aprendemos crochet, aprendemos que é trabalhado em carreiras. O que pressupõe de alguma forma que quando terminamos uma carreira ela está mesmo terminada.

Mas nesta manta não, há carreiras que se terminam 3 carreiras depois, com pontos que descem e vão apanhar os que ficaram para trás. Não é nada difícil, antes pelo contrário, mas acrescenta aquela excitação do desafio!

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Esta parte tem uma barra de pequenas flores feitas de pontos pipoca. As flores são depois “emolduradas” numa carreira de pontos em cor contrastante e encimadas por uma concha. É este nível de detalhe que me fascina pelo valor que acrescenta à manta. E é tão fácil! Eu sei que não parece mas é.

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Esta é também a parte em que se começa a fazer rodar os cantos. O quadrado que completei na 4ª parte vai agora ficar dentro de um outro quadrado, mas com as arestas trocadas.

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E depois há sempre aquela curiosidade de ir fazendo para ver o que vem a seguir!

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Mais uma parte concluída, mais um envelope para abrir!

Episódio 3 – Podcast Meias Marias

E não é que já são 3?!

Hoje é o dia de anunciar os vencedores do sorteio do 1º podcast e o anúncio é feito por alguém muito especial!

Falo-te da minha história com o crochet e de bonecos e amigurimis e de como fazê-los.

Mostro-te o que terminei desde o último podcast e o que tenho em mãos. E só porque sim, conto-te tudo sobre um CAL que decidi fazer.

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E já sabes que se quiseres fazer alguma pergunta, sugerir que fale sobre algum tema em concreto, ou simplesmente dizer olá, podes sempre fazê-lo, comentando este artigo, por mail ou por mensagem via facebook ou instagram.

Meat Free Monday #7

Mais uma aventura na “descarnificação” da nossa alimentação. A proposta de hoje é bem ao meu estilo, e ao das miúdas também, a verdadeira comida de conforto com dois parceiros de crime perfeitos: a massa e o queijo! E muitos legumes bem escondidos!

É fácil de fazer, dá para fazer na bimby ou no tacho, e é de sucesso garantido. E para mim tem uma grande vantagem que é a de levar couve flor escondida e tão bem disfarçada que não só é bem aceite, como também é ela que dá toda a magia a este prato. E a couve flor é um legume que por cá nem todos gostam, mas assim escondido marcha que é uma alegria. O mesmo se aplica aos brócolos, mas cá em casa são menos esquisitos com os brócolos do que com a couve flor!

Meat Free Monday #7

Meat Free Monday #7

Ingredients

  • - Para +/- 6 pessoas:
  • - 1 cebola grande
  • - 2 dentes de alho
  • - 40 gramas de azeite
  • - 2 cenouras
  • - 250 gramas de brócolos
  • - 250 gramas de couve flor
  • - 80 gramas de massa grossa por pessoa (macarrão, penne, laços, etc.)
  • - 1 pacote de 500ml de molho bechamél ou 50 gramas de farinha + 35 gramas de margarina + 5 500 ml de leite
  • - 1 pacote de natas (ou natas de soja)
  • - 1 pacote de mistura de três queijos (200/250gr) ou
  • - 250 gramas de queijo emental, cheddar e mozzarela ralado na hora
  • - pão ralado (opcional)
  • - sal, pimenta e noz moscada q.b

Instructions

  1. Põe a massa a coser com bastante água temperada de sal. Retira do lume e escorre 2 minutos antes do tempo de cosedura. Guarda a água.
  2. Pica os legumes bem fininhos mas sem ficarem em pasta.
  3. Refoga a cebola e os alhos no azeite durante 5 minutos.
  4. Junta a cenoura e a couve flor ao refogado e deixa refogar mais 7 minutos.
  5. Junta 1 concha da água de coser a massa e deixa ferver mais 2 minutos.
  6. Junta os brócolos e deixa ferver mais 5 minutos
  7. Se estiveres a fazer na bimby: Num pirex junta os legumes à massa e sem lavar o copo junta os ingredientes para fazer o molho bechamél. Depois de pronto junta-lhe as natas e o queijo e deixa cozinhar mais 2 minutos. Junta depois o molho às massas.
  8. Se estiveres no tacho: Adiciona aos legumes o molho bechámel (de compra ou feito à parte), as natas e o queijo e deixa ferver. Junta as massas e põe num pirex.
  9. Polvilha com o pão ralado (opcional). Leva ao forno a 180ºC para alourar e acabar de cozinhar a massa. (+- 20 minutos dependendo do forno)
http://meiasmarias.com/pt/receitas/meat-free-monday-7-2/

Esta receita é uma daquelas que podes deixar preparada no fim de semana e deixas o pirex tapado no frigorífico pronto a ir ao forno. No dia é só meter no forno e servir. Também dá para congelar antes de ir ao forno mas o resultado vai ser um pouco mais seco.

E em termos de sucesso da receita?

TODA A GENTE GOSTOU! É receita para bingo!

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Esta vai ser uma receita para repetir muita vezes! E com tanta fã de massa cá em casa está-se mesmo a ver que vai ser um disco muito pedido!

E tu? Vais experimentar?

Bordar uma camisola de malha

Já te falei desta camisola no podcast. É uma camisola que eu tricotei para a Mafalda e que me serviu para aprender várias técnicas que queria explorar, nomeadamente:

  • Tricotar em redondo: down-up em raglan, para não ter de fazer costuras nenhumas
  • Bordar a camisola depois de feita, por cima das malhas em bordado tipo mexicano

O modelo que eu escolhi foi um modelo da Drops – Garnstudio, que é o modelo 89-5:

Na escolha do modelo o que eu procurei foi uma construção que se assemelhasse ao que eu queria fazer, e este modelo, se esqueceres as riscas e o Granny Square do meio, tem exactamente a construção que eu queria.

Na lã, a minha escolha foi para a lã Sirday Hayfield Bonus Aran with wool na cor petróleo. Esta lã é 80% acrílico e 20% lã e trabalha-se muito bem e é macia. Faz um ponto com muita definição e com muito boa leitura. E é uma escolha bastante económica, embora pudesse ter optado por um fio mais nobre. Soubesse eu que ia chegar ao fim da camisola e que o resultado depois de bordado era este, e tinha mesmo feito a camisola noutro fio!

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O resultado teve a aprovação de toda a gente! O que deu direito a mais pedidos para fazer mais coisas. Um dei hei-de fazer qualquer coisa para mim!

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Bordar uma camisola de malha

Então e como é que eu bordei a camisola?

Para começar, e depois de escolhido o motivo e as cores, desenhei o motivo numa folha de papel vegetal, à escala do que eu queria e já como se fosse para aplicar.

Prendi este papel com alfinetes à camisola (muitos alfinetes) mas podes optar por alinhavar, se isso te der mais segurança.

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De seguida, e antes de iniciar qualquer motivo, “desenhei” os motivos na camisola usando pequenos pespontos que fiz por cima do papel e usei estes pespontos como referencia para bordar os desenhos. Tal como podes ver na fotografia de baixo, na parte das flores. Depois dos pespontos feitos rasga o papel com jeito para não deformares as malhas e começas a bordar.

Como as malhas são largas o bordado não fica tão perfeito como se estivesses a bordar em linho ou algodão, por isso, depois dos motivos bordados, contornei todos os motivos com ponto atrás para obrigar as malhas a ficarem juntas e a fecharem o motivo. São estes pontos que vês à volta do passarinho.

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As lãs que usei para bordar foram restos de lãs, grande parte delas acrílicos da brancal. Como vês, nada de mais.

Acho que a técnica correu bem e funcionou muito bem. A única coisa que fazia diferente era usar papel de seda em vez de papel vegetal. Porque o papel de ceda é mais macio torna-se mais fácil de o rasgar sem deformar as malhas, e não se perde tanto tempo. E como é papel na mesma dá para desenhar à vontade. Mas como o que eu tinha à mão era papel vegetal, foi mesmo com este que avancei!

E gostei muito. É para repetir!

Pronta para experimentar?

Episódio 2 – Podcast Meias Marias

Hoje trago-te o segundo episódio do podcast do blog. E para este episódio escolhi um tema do qual nunca escrevi aqui no blog: o tricô.

No podcast falo-te de como comecei, por onde comecei, dos meus monumentais falhanços e de onde me veio a motivação para seguir em frente. E descobri que consigo passar imenso tempo a falar sobre isto, quem diria!

E não te esqueças que o sorteio está aberto até ao inicio de Abril, se ainda não participaste hoje é o dia de o fazeres! Não custa nada! Só tens de regressar a este artigo e comentar com o prémio que gostarias de ganhar, e ir ao youtube e subscrever o canal Meias Marias. A subscrição do canal serve para que possas receber notificações sempre que um novo vídeo é carregado, sem teres de esperar pela Newsletter ou pela divulgação no blog.

E já sabes que se quiseres fazer alguma pergunta, sugerir que fale sobre algum tema em concreto, ou simplesmente dizer olá, podes sempre fazê-lo, comentando este artigo, por mail ou por mensagem via facebook ou instagram.

Meat Free Monday #6

A nossa última experiência vegetariana foi no campo dos hamburguéres, e na verdade esta é só a primeira de várias receitas que quero experimentar.

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A receita é do site do movimento Meat Free Mondays e não lhe fiz grandes alterações, a não ser retirar o tomilho (porque não tinha) e substituir as cebolas vermelhas por chalotas.

Estava com grandes expectativas em relação a esta receita porque gosto muito de beterraba e tinha as beterrabas da horta mesmo a jeito de serem usadas, mas acho que quando as fiz piquei-as demais e em vez de uma boa textura granulada acabei por ficar com uma pasta da qual começou a fugir o sumo da cenoura e da beterraba.

Como sabia que me ia ser difícil fazê-los num dia normal fiz a receita num fim de semana, moldei os hamburguéres e congelei-os. Mas fiquei sempre na duvida de se iam aguentar.

Quando chegou o dia foram congelados para a frigideira e aguentaram-se bem. Para acompanhar fiz grelos para mim e arroz de grelos para eles.

E quanto a opiniões?

Para variar um bocadinho o marido gostou – 1 voto a favor (devia valer por dois!).

A Mafalda gostou – 1 voto a favor

A Teresa comeu sem reclamar mas não muito convencida – 1 voto neutro

A Sofia comeu com alguma dificuldade – 1 voto contra

E eu? Eu acho que tenho de repetir porque acho que não estava num dia bom. Até porque fui a última a ir para a mesa e acabei por comer os hamburguéres pouco quentes, e não me souberam grande coisa. Mas no dia seguinte levei-os para o almoço e bem quentes até não souberam mal.

Mas é como te digo, tenho de repetir para ter a certeza do meu voto! Para já é um voto neutro.

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De qualquer forma, se gostas de beterraba vale a pena experimentar!

Shophie’s Universe #4

E assim chego ao fim da 4ª parte deste CAL.

Aqui nascem as primeiras flores do jardim da Sofia!

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Continuam os relevos, as mudanças de cor e os pormenores a cada ponto. E é por isto mesmo que é viciante de fazer!

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Tenho muito trabalho pela frente até chegar ao último ponto, mas esta manta parece-me ser daquelas que é para repetir, e repetir, só pelo gozo de a fazer.

E está a ficar bem melhor do que podia ter imaginado:

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E é tempo de começar a 5ª parte!

Porquê usar marcadores de pontos ou malhas?

Os marcadores de malhas são auxiliares preciosos tanto para quem faz crochet como para quem faz tricot, e podem ser simples ou verdadeiras obras de bijutaria, ao gosto de quem os usa.
Existem dois tipos de marcadores, e algumas derivações deles, mas o principio adjacente é sempre o mesmo:

Marcadores redondos ou de anel:

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Não se usam no crochet e são por isso exclusivos do tricot. Estes marcadores inserem-se na agulha de tricot entre duas malhas e são passados de agulha em agulha a acompanhar as malhas tricotadas. Podem ter vários diâmetros para servirem várias agulhas. Pessoalmente eu prefiro ter um marcador ajustado a cada tamanho, porque me atrapalha ter os marcadores mais largos nas agulhas mais finas, mas não é obrigatório. Podes optar por um tamanho grande que sirva para todas as tuas agulhas.

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Há um pequeno detalhe que deves ter em atenção nestes marcadores que é o de serem ou não removíveis no caso de ficarem “tricotados”. O que é isto de ficarem tricotados? Bem, as coisas nem sempre correm como deviam e às vezes a lã e o marcador enrolam-se e fica o marcador no meio de um ponto. Não é nada de especial mas obriga-te ou a desmanchares o trabalho para soltares o marcador, ou a sacrificares o marcador se este não tiver uma forma de abrir o anel para se soltar da lã, e ficas com o marcador inutilizado. Eu como sou distraída como tudo já tive de estragar uns 3 marcadores. Mas também sou um bocado preguiçosa para estar a desmanchar…

Marcadores de gancho, clip ou fechadura

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Estes marcadores podem ser usados tanto em projetos de crochet como em projetos de tricot. Podem ter várias formas que se assemelham a alfinetes de ama, espirais de metal que se prendem como clips de papeis ou outros peças com ganchos como os dos fechos das pulseiras.
Estes marcadores são presos diretamente no ponto ou malha que se quer marcar e podem ficar fixos ou podem ser mudados de posição à medida que o projeto vai avançando. O princípio é sempre o de ficarem presos na malha e serem depois removidos.

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E para que se usam os marcadores de pontos?

Os marcadores de pontos têm vários usos em vários projetos:

Marcar o Inicio e o Fim de uma carreira

Sobretudo quando se trabalha em redondo, quer seja em crochet quer seja em tricot, é fundamental marcar o início (e o fim) de cada carreira para podermos saber em que parte do projeto vamos.
Mas no crochet linear, ou em carreiras, é muito útil usar um marcador no primeiro ponto e um marcador no último ponto. Se fazes crochet com certeza que já te aconteceu um projeto começar a afunilar e a perder pontos à medida que o fazes. Isto acontece porque muitas vezes falhamos o primeiro e/ou o ultimo ponto, e se na primeira carreira em que isso acontece não se nota muito, ao fim de umas quantas carreiras o resultado é desastroso e bem evidente. Usar um marcador em cada um destes pontos ajuda-te a saber sempre onde começas e onde acabas e assim não perdes ponto nenhum.

Marcar repetições de padrões ou de cores

Os marcadores permitem-te marcar em que ponto começas cada cor, ou em que ponto um determinado padrão acaba para dar início à sua repetição. Isto permite-te seguir o projeto sem teres de estar permanentemente a olhar para as carreiras anteriores e a contar pontos. Podes segmentar o teu trabalho com vários marcadores e assim sabes sempre onde estás e o que tens de fazer a seguir. Poupa-te imenso tempo.

Marcar os aumentos e as diminuições

Especialmente em esquemas em que os aumentos ou as diminuições ocorrem sempre no mesmo alinhamento de malhas. Evita estares a contar malhas para a esquerda e malhas para a direita.

Pontos entrançados e outros pontos fantasia

Se estiveres a trabalhar num projeto com pontos mistos, os marcadores vão assinalar o local onde deves trabalhar que tipo de ponto, uma espécie de alerta!

Marcar carreiras

Eu sei que existem uns marcadores próprios para contar carreiras, mas comigo não funcionam grande coisa. Dá-me mais jeito usar os marcadores de gancho para marcar sequências de 10 ou 20 carreiras, e depois conto os marcadores, para não ter de contar tudo.
Também podes usar estes marcadores naqueles projetos que te mandam medir X cm a partir de um determinado ponto. Se marcares esse ponto com um marcador, fica mais fácil medires porque tens sempre o ponto de referência assinalado.

Amigurimis

Os amigurimis entram na categoria do crochet em redondo, mas é fundamental marcar sempre o inicio de cada carreira. Sobretudo porque queres um boneco minimamente simétrico, o que te obriga a fazeres as pernas, os braços, as orelhas e afins, com o mesmo número de carreiras!
Mas nos amigurimis, e noutras peças pequenas, talvez queiras optar por marcadores pequeninos ou com um fio de lã numa cor que contraste.
Numa boa parte dos amigurimis, as peças que vais trabalhar cabem-te na mão e não devem ter mais de uma ou duas dezenas de pontos. Um marcador grande pode atrapalhar o processo. Por outro lado, e porque são poucos pontos por carreira, podes ficar com a sensação que perdes demasiado tempo a mudar o marcador de lugar. Nos meus amigurimis, e enquanto eles são pequenos, o que uso mesmo é um fio de lã que contraste.

Isto para te dizer três coisas:

1) os marcadores de pontos são versáteis e consegues desenrascar uma solução económica nem que seja com restinhos de lã. Cumprem bem a sua função assim. Outras alternativas económicas são so vulgares clips de papel, os alfinetes de ama ou até mesmo uma palhinha cortada em segmentos (para o tricot).
2) Independentemente da forma que escolhes para os teus marcadores eles são essenciais para simplificar a tua experiência com o tricot e com o crochet, e em muitos casos permitem reduzir a frustração porque te ajudam a não perderes tantas vezes o norte.
3) Nunca se tem marcadores de pontos a mais, ou como diriam os nossos amigos: There’s no such thing as too much stitch markers!

Apetece-te uns marcadores de pontos bonitos? Espreita na loja!

Episódio 1 – Podcast Meias Marias

Hoje tenho para te apresentar o primeiro episódio do Podcast Meias Marias, onde falo um pouco dos meus primeiros passos na costura e do que precisas para começar também a costurar as tuas peças sem dramas nem medos.
Também te falo sobre aquela hora critica do dia que é a hora do jantar e da forma como cá por casa tentamos manter a coisa dentro dos limites da civilização.
E porque estás farta de ver os meus projectos acabados partilho contigo dois projectos que não há meio de verem a luz do dia, e a razão para isso!
Por último, e porque este primeiro episódio é um passo muito importante para mim, há um sorteio (giveaway) a que te podes habilitar! Mais informações no fim do artigo!

E sem mais demoras…

Regulamento do Sorteio:

O anfitrião deste Sorteio é o blog Meias Marias.
São consideradas entradas válidas para o sorteio, as entradas registadas via PromoSimple no formulário gerado pelo serviço, que cumpram simultâneamente os requisitos: comentar este artigo do blog com o prémio que gostarias de receber e subscrever o canal Meias Marias do youtube.

O sorteio está aberto a todas as pessoas maiores de 18 anos, independentemente da zona geográfica onde residem, desde que este tipo de sorteio aí seja permitido por lei.

O sorteio inicia-se com a publicação deste artigo e termina no dia 8 de Abril.

Não são necessárias compras ou pagamentos para entrar no sorteio.

A probabilidade de ganhar depende do número de participantes.

Prémios:

Cada vencedor poderá escolher 1 dos 4 prémios a sorteio. Os prémios não serão atribuídos por ordem de sorteio, o que significa que mais do que um vencedor pode escolher o mesmo prémio.
Os prémios a sorteio têm um valor comercial entre inferior a 15€.

S.O.S.Organizar – Cópia Digital

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Marcadores de malhas para tricot ou crochet (à escolha da Loja Etsy)

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Saco “on the go” para crochet ou tricot

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Caixa de costura

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Selecção dos vencedores:

Os vencedores serão escolhidos através da plataforma que gerou o sorteio (Promosimple), com base no número de entradas validadas na aplicação.
Os vencedores serão notificados por email, para o endereço que registaram no formulário do sorteio. De igual forma serão anunciados num artigo do blog.
Se os vencedores não responderem ao meu email no prazo de 48 horas, será sorteado um outro vencedor que terá direito ao prémio que indicou na sua entrada. Este vencedor será notificado da mesma forma e aplicam-se as mesmas regras caso não responda.

Entrega dos prémios:

Os prémios que correspondam a produtos digitais serão enviados por email, para o email submetido no formulário do sorteio.

Os prémios que correspondam a produtos físicos serão enviados por correio normal, via CTT, e podem demorar até 7 dias úteis (padrão de envio indicativo dos CTT). O blog Meias Marias, na minha pessoa, não poderá ser responsabilizado nem é responsável por quaisquer atrasos, perdas ou extravios dos prémios após entrega aos CTT.

Privacidade:

A tua informação é confidencial e está protegida. Os teus dados não serão distribuídos ou vendidos por mim. O teu email servirá apenas para seres contactada caso sejas a vencedora, ou para eu responder ao teu comentário.

Para os teus dados introduzidos nos formulários das plataforma Promo Simple aplicam-se as Politicas de Privacidade dessa entidade.

O blog Meias Marias, na minha pessoa, não pode ser responsabilizado nem é responsável por quaisquer problemas técnicos, erros, perdas ou atrasos nas submissões das entradas a concursos, ou por quaisquer outras circunstâncias que não sejam directamente controlados por mim.

O sorteio está vetado aos residentes em locais onde este tipo de sorteio é proibido por lei.

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E boa sorte!

E não te esqueças que estou à espera das tuas perguntas ou sugestões de temas para os próximos podcasts!

Carnaval 2017

Este foi o 3º ano que celebrámos o Carnaval com as tradições desta “nossa” vila. Incrível como o tempo passa! Parece-me que que foi ainda ontem que tomámos a decisão de fazer as malas e partir à aventura, e afinal já passaram 3 anos.

Aos poucos elas vão-se fazendo daqui, e é bom ser-se pertença de alguma coisa. Aqui e por agora há este espírito de comunidade e elas envolvem-se com muita garra e ficam ansiosas pelas coisas e vivem tudo isto com muita intensidade. E é isto que me faz ter a certeza que tomei a decisão certa há 4 anos atrás, porque foi também isto que eu procurei para lhes dar.

Já me habituei a ter de tirar férias para acompanhar todas as festividades, que convém não esquecer que são vezes 3, mas se me é permitido dizer o meu dia preferido é a quarta feira de cinzas. Quando tudo isto acaba porque continua a ser Carnaval a mais para mim. Talvez uma dia me apeteça mais.

E comove-me tanto o empenho desta comunidade escolar. O trabalho que têm, a organização do evento e a forma como não perdem de vista o sentido de comunidade, de o fazerem para pais, avós, tios, primos e para quem mais quiser ver, mas também para os alunos, e sobretudo para eles, para que se divirtam, para que tenham um dia diferente e especial, para que possam, todos eles, serem as crianças que não queremos nunca que cresçam demais. E brincar (sabendo brincar) é tão importante.

Por cá o Carnaval (na escola) tem dois desfiles: um desfile livre com uma máscara à escolha e um desfile organizado pelo agrupamento de escolas, com um tema a que todas as escolas têm de obedecer. Cada escola escolhe depois, dentro desse tema, a máscara que vai usar. Na escola das crescidas o desfile livre é à quinta feira. Na sexta feira desfilam todos no desfile organizado, e na segunda feira é o dia do desfile livre na escola na Sofia. Elas adoram a confusão!

As máscaras são quase sempre escolhidas por elas e este ano não tive de fazer nem um ponto (que alívio!).

Para o desfile livre a Mafalda queria ir mascarada de Bela (Bela e o Monstro) com um vestido monumental, sapatos de salto e cabeleira a condizer. Mas como o desfile livre era depois de um dia de escola e era suposto irem mascarados logo de casa, eu achei que ela não ia aguentar o vestido no corpo o dia todo. Encontrei uma máscara de Cruella Devill quando estava à procura das máscaras das pequenas e achei que era a cara dela. Ela adorou e ficou um espectáculo! O desfile organizado tinha o tema das personagens das animações e a escola dela decidiu vesti-los a todos de irmãos Metralha e os professores foram de policias.

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A Teresa decidiu-se logo por uma máscara da Everest da Patrulha Pata e como já é uma crescida e anda na escola com a Mafalda, foi também vestida de irmão Metralha no desfile organizado.

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Já a escola da Sofia surpreendeu! As personagens que escolheram foram os Flinstones e as meninas foram vestidas de Wilma e Betty e os meninos  Fred e Barney. Havia um carro igual ao do Fred onde puseram os bebés da escola também trajados a rigor! O desfile livre da Sofia foi na segunda feira e princesa como ela é, quis ir vestida de Branca de Neve!

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As manas mais velhas também foram ao desfile da Sofia e aproveitaram para desfilar outras máscaras: a tal Bela com o seu portentoso vestido e a princesa Elsa!

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 E depois de tanto Carnaval sinto que posso finalmente recostar-me e descansar. Parece-me que é aqui que a minha corrida louca de Setembro acaba. Ou talvez não 🙂

E o teu Carnaval, é de folia ou de tortura?