Crochet Giraffe

Maria is a friendly and playful giraffe that was born of something that was supposed to be and then it was not!

I’ve never crocheted a toy before even though I’ve tryed once and completley failed! And although it didn’t turn out just like I wanted Mary is perfect and it was a great challenge and a great learning time for me.

What I really wanted was to make a doll from a great designer, for which I fell in love for real, but I had never made one and before and so decided to try this one first before embarking on another pattern shop adventure. And I think a good part of me is a doll maker.

It gives me so much joy the process of making the all the parts, see the doll take shape and then draw them facial expressions. Just like with my waldorf dolls.

And I love the enthusiasm with which my girls follow the process, especially Teresa that was so anxious to play with it and ended up naming the giraffe as Maria.

Maria has stripes, many stripes, which is why it didn’t turned out just as I wanted. The truth is that when I was choosing the yarn colors I said to myself, over and over and over agian, that I shoul use only red or only orange, but in the end I could not resist and I ended up using the two colors, and the effect I wanted would had better results without the orange and without the red.

But for Teresa it was perfect, with orange and red. Simply perfect!

And Maria even went on a bike ride!

Teresa was so pleased to be able to play with Maria that was a pleasure for me to watch her playing! Do you see this pretty face?

Now imagine the look on Teresa face when I told her that Maria was a gift for her!

And once again my work gets properly paid!

Girafa de Crochet

A Maria é uma girafa afável e brincalhona que nasceu de uma coisa que era para ser e depois não foi!

Nunca tinha feito um boneco em crochet embora tenha tentado em tempos fazer um que não correu nada bem! E embora o resultado não tenha ficado como eu queria a Maria ficou perfeita e foi um grande desafio e uma grande aprendizagem.

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O que eu queria era fazer outros bonecos, pelos quais me apaixonei de verdade, mas como nunca tinha feito nenhum resolvi tentar primeiro este antes de embarcar em aventuras. E acho que uma boa parte de mim é “fazedora” de bonecos.

Dá-me tanto gozo o processo de fazer as partes, ver os bonecos ganhar forma e depois desenhar-lhes as expressões faciais. Tal e qual como com as minhas bonecas waldorf.

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E adoro o entusiasmo com que as miúdas acompanham o processo, em especial a Teresa que assim que pôde baptizou a Maria e levou-a para brincar.

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A Maria tem riscas, muitas riscas, e é por ter tantas riscas que acabou por não ficar bem como eu queria. A verdade é que, quando estava a escolher as cores disse para mim mesma, vezes e vezes sem conta, que ou usava o vermelho ou o laranja, mas no fim não resisti e acabei por usar as duas cores, quando o efeito que eu queria teria resultado melhor sem o laranja e sem o vermelho.

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Para a Teresa ficou perfeita, com laranja e com vermelho. Simplesmente perfeita!

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E a Maria até teve direito a um passeio de bicicleta!

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A Teresa ficou tão contente de poder brincar com a Maria que até dava gozo vê-la! Vês esta carinha linda?

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Agora imagina lá como é que a Teresa ficou quando eu lhe disse que a Maria era uma prenda para ela!

E mais uma vez fica paga o trabalho!

Montejunto

Não sou uma pessoa perfeita e não tenho uma vida perfeita. Tenho uma casa com 3 crianças e um trabalho a tempo inteiro, agora mais longe de casa. Os meus dias, por tantas razões, fazem-me sentir muitas vezes que vou enlouquecer! São as situações absurdas no trabalho e as birras e os ralhetes ao chegar a casa, e mais o fazer tudo sempre a correr sem ter um bocadinho do tal tempo para tudo o que é essencial.

E sei que não há vidas perfeitas nem pessoas perfeitas. Não sou só eu, e não é só de ter uma casa cheia de crianças. Todas as vidas têm as suas limitações e as suas assimetrias. Faz parte.

Mas de vez em quando a vida recompensa-nos com um dia perfeito, bem ao estilo do Lou Reed.

Perfeito porque encontramos um lugar perfeito para estar num dia cheio de sol e pouco frio.

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Perfeito porque houve tempo e espaço para correr e brincar a 5. Fazer palermices e dizer disparates. Sermos 5 crianças por um bocado, em vez das habituais 3.

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Subir às árvores e brincar às escondidas.

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Aproveitar bem o tempo e o momento.

Ficar um bocadinho para trás e ver as coisas em perspectiva. Não é um Monet nem um Degas mas para mim é impressionante todo o sentido que faz. Este é o meu quadro perfeito.

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E lá enchi a alma daquela energia boa que nos dá força para continuar.

Cloth Diaper

It has been a while since the last time I made a cloth diaper! This cloth diapers are used in Portugal as a burp cloth, they are made of a special cotton fabric almost like a gaze fabric or in a cotton knit when they are meant to be used as a simple cover for the baby stroller. The last ones I made where for Teresa and ended up using the same ones with Sofia!

This one was a special request and a great challenge! I was asked to make the decoration of the diaper that already had legs on it. At first the idea seemed delicious but turns out it was difficult for me to find a motive that seemed reasonable to me and that I could see working out great here. I do not know why but I don’t like painted cloth diapers, and I even like less those country patterns I see in most of the painted cloth diapers. Not my style nor my line of work so it occurred to me to make an application. Much more my style!

But it was not easy to decide especially because boys are not my thing and I had to get out of my comfort zone.

And so a nice and friendly elephant was born!

Task sucessfully completed!

Fralda de Pano #2

Há que tempos que não fazia uma fralda de pano! Acho mesmo que não fiz nenhuma para a Sofia porque ainda tinha as da Mafalda e as da Teresa!

Esta foi um pedido especial e um grande desafio! Pediram-me para fazer a decoração da fralda que já trazia as pernas. Ao principio a ideia pareceu gira mas foi-me difícil encontrar um motivo que me parecesse razoável e que resultasse aqui. Não sei porquê mas embirro com as fraldas pintadas, e embirro ainda mais com o tipo de boneco meio “country” que vejo na maioria das fraldas pintadas. Não faz o meu estilo nem a minha linha de trabalho por isso ocorreu-me logo uma aplicação.

Mas não foi fácil decidir especialmente porque os meninos não são a minha praia e tive de sair da minha zona de conforto.

E lá saiu um elefante simpático!

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Tarefa concluida!

Carnaval 2015

Mas o nosso Carnaval não foi só vivido pela sereia Mafalda.

O nosso Carnaval teve Palhaças e palhaçadas e um truque absolutamente fantástico e inesperado de magia!

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E uma espanholinha, um coelhinho muito doce e uma fada sininho friorenta!

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Sempre em boa companhia e com muita brincadeira. Para o ano há mais!

Sereias e Tritões

Nem acredito que Fevereiro passou sem que eu tivesse tempo de passar aqui. Não é que não tivesse coisas para contar mas, isto de ser mãe de 3 encolhe-me o tempo.

Este nosso primeiro ano na aldeia está a ser cheio de vivências novas para nós e o Carnaval não foi diferente. Aqui há um desfile da escola básica na aldeia e outro maior na sede da freguesia com todas as escolas do agrupamento, o que inclui todos os jardins de infância, escolas do 1º ciclo e depois a escola do 2º e 3º ciclo. No desfile da aldeia o traje é livre, no do agrupamento o traje é escolhido dentro de um tema que é dado pela direção do agrupamento de escolas. No final do desfile estava organizado uma “color run” para os miúdos mais crescidos e foi precisamente a “color run” que ditou que cada ciclo de escolaridade tivesse uma cor a que obedecer. Assim as crianças do ensino pré escolar desfilaram de amarelo, as do 1º ciclo de azul, as do 2ºç ciclo de verde e as do 3º ciclo de Laranja.

A partir daqui cada escola escolhia o traje. E na nossa escola os trajes foram sugeridos pelas professoras e debatidos numa reunião de pais. Houve abertura para alterar as escolhas e decidir como se fariam os fatos. E trabalhando com a cor azul foi decidido que as meninas seriam sereias e os meninos tritões.

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Por isso este ano foi ano de fazer um fato de sereia. O fato foi feito em duas peças: uma saia e uma espécie de sutiã. Eu escolhi fazer o dela em forma de concha e acolchoei. Fiz uns pespontos para dar o relevo das conchas e por cima apliquei uma fita de missangas na mesma cor, só pela graça de lhe aumentar o brilho. O sutiã prende nas costas e no pescoço com fita de organza. Na saia optei por lhe fazer uns franzidos verticais para lhe dar um pouco mais de textura, já que as saias não tinham escamas nem nada que lhes desse graça.

A cabeleira loira deu-me mais trabalho! Grande parte da lã que usei nesta cabeleira veio da trança da rapunzel que fiz em 2013, e que desmanchei porque andava para lá a ocupar espaço. Na base da cabeleira está um gorro em croché onde apliquei os fios de lã. Como a Mafalda tem uma grande cabeleira escura teve de levar imensa lã para disfarçar a escuridão do cabelo dela!

E para completar o disfarce nada melhor do que uma maquilhagem a rigor! Cortesia de uma outra mãe que teve a infinita paciência de maquilhar todas estas sereias! A sorte é que a escola é pequena!

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E que vaidosa é a minha sereia!

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Acabados os preparativos sereias e tritões prepararam-se para desfilar na aldeia do lado! E o grande desafio do dia foi fazer as meninas com as saias travadas subir os degraus do autocarro! A sorte é que são leves e pequenas e pegam-se bem ao colo!

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O desfile foi giro, bem organizado e os miúdos estavam contentes. Espantou-me ver os mais velhos empenhados e divertidos no desfile, mas o espírito era mesmo de comunidade e união.

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Muito diferente da realidade de onde viemos. Mas lá esta, é uma realidade que exige uma disponibilidade que não é fácil para quem trabalha. Este ano foi só a Mafalda, porque as pequeninas estão numa IPSS e portanto não estão abrangidas pelo agrupamento. Se chegarmos ao ponto de eu ter de fazer três fatos de Carnaval em 15 dias passo a gozar férias antes do Carnaval e não durante!

E mesmo assim não correu muito mal porque este ano eu já tinha decidido não fazer fatos de Carnaval! Acho que nos anos em que o Carnaval é tão cedo como neste ano é impossível! Ainda não estava totalmente refeita das minhas maratonas Novembro-Dezembro e já estava na altura de começar a fazer fatos de Carnaval! E na verdade ainda não descobri o método certo para conseguir fazer 3 fatos de Carnaval com o pouco tempo que tenho! Mas hei-de lá chegar!

Crochet Hooded Cowl

Where we now live it’s cold. So cold that the caps and gloves were the first things to be operational after the moving. But Sofia had just one and we tend to be quite messy and leave things a little everywhere: at grandparents, on backpacks at school, things that stay in my car, things that stay in father’s car… and with the pretext of having more space my mother (and later my mother in law) decided to presented me with their wool remains.

So I decided to make a hooded cowl for Sofia. I searched a few patterns on the internet but I thought I could pull this one on my own!

The hair pins are complements. They were in her hair before!

I used a chunk wool with a 8mm hook and worked on single stiches.

This hooded cowl is really easy to make. You can change the crochet stitch but the more closed is the stitche the hottest the cowl will be! Start by making a rectangle where the larger side is the width around the shoulders and the small side is the height from the shoulders to the head.

When your piece has the right size, fold in half. The seamless part it’s the back part.

Now just sew one of the tops and sew a bit of the front for the neck. You can also make one or two careers around the face opening, to accentuate and fasten off.

And it is this simple!

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Passa Montanhas em Crochet

Na serra do Montejunto faz frio. Tanto frio que os gorros e as luvas foram das primeiras coisas a ficar operacionais depois da mudança. Mas a Sofia não tinha assim tantos e nós no meio da confusão vamos deixando coisas um pouco por todo o lado: em casa de uns avós, em casa de outros, nas mochilas na escola, coisas que ficam no meu carro, coisas que ficam no carro do pai…E a pretexto de agora ter mais espaço em casa, a minha mãe (e mais tarde a minha sogra) presentearam-me com os seus restos de lã.

Isto para dizer que resolvi fazer um Passa Montanhas para a Sofia. Ainda namorei uns modelos na Internet mas achei que havia de conseguir chegar lá sozinha, e consegui!

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Os ganchos são complementos. Estavam no cabelo antes de lhe por o Passa Montanhas!

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Usei uma lã grossa com uma agulha de 8mm e trabalhei sempre em ponto baixo.

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Este Passa Montanhas é mesmo muito fácil de fazer. Podes variar o ponto de crochet e escolher o que gostas mais de ver. Quanto mais fechado for o ponto mais quente fica! Depois faz um retangulo onde o lado maior é a largura à volta dos ombros e o lado menor é a altura dos ombros até à testa.

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Quando a tua peça tiver as medidas certas, dobra ao meio. A parte sem costura corresponde à parte de trás.

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Agora é só coser um dos topos e coser um pouco da parte da frente para fazer o pescoço. Podes também fazer mais uma ou duas carreiras à volta da abertura da cara, para acentuar e rematar.

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E é mesmo assim tão simples!

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Granny Squares Baby Sweater

One of the good things that came with our move to the village was my train trips to work. I like trains, I don’t like being stopped in traffic jams, I like being able to make things while I am transported to where I have to go, I like being able to close my eyes, to read, to crochet… I like not having to pay attention, I like to not feel threatened by crazy people on 4 wheels.

And since I moved I have been crocheting like crazy. 40 minutes a day is just the right amount of time to release stress and to light up my mood! And in my will to crochet I started a demand… for patterns that are original and modern, not my grandmother crochet! No doilies nor bedcovers!

One of the first projects on my to do list was this sweater, which quietly awaited the arrival of Santa Claus (that’s why it didn’t come to the blog before!)

The patterns is from Nichi Trench. I followed the patterns on a Portuguese version of one of her books, whose translation is not brilliant but you can get there with a little logic.

I can’t fell out of love with Granny Squares but all the little wool endings made me mad at some point so I end up with no desire of Granny Squares for a while.

Sofia is a sturdy baby so I could have done a the sweater a little bigger, especially on the sleeves. The wool I used is another one of my ebay’s findings: 60% silk, 35% Australian wool and 5% cashmire, it is super soft, works beautifully and produces a flexible and comfortable to use end result.

The sweater looks really great on her and the Father loved it on her too (which entitles me to extra points!)

And she gave me this awsome smile! so my work is paid!

You can seem more on Nicki’s patterns on her Raverly.